eis que me pergunto quem lê meus casos mal contados, minhas histórias bem vividas ...
sábado, 26 de novembro de 2011
Por ai
Os passos permanecem, ela anda como quem estivesse tirando férias, sorrindo pra vida como se tudo estivesse perfeito enquadrado no brilho do flash, realce de luz e de contraste no nascer e por do sol.
Seus olhos, projetos de passeios programados da vida nas ruas, nas esquinas, nos lugares e a cada encontro marcado uma data de chegada, dia e hora de retorno.
Toda vez antes de ir tira do armário seu guarda-chuva para caso chova - em contrariedade ao clima, não se molhar. A cada ida se prepara como se fosse remédio de uma pré tempestade, depois usa dos rituais como mantos pós caos, enquanto a rotina serve de bússola orientando-a no novo pro melhor.
Abrir a porta da casa, seu casulo é infalível. Mas o sono nem tanto! Algumas boas histórias pra contar, pra pensar!
Então ..
Acorda veste a música de cada dia e dança. A voz afina a missão, entona o lembrete pra sua consciência.
Seu livro sagrado não se chama bíblia, não tem capa dura nem profecia, mas tem passagem de uma existência branda de quem chega no sapatinho e expansiva como quem veio pra ficar.
Pra isso ...
Ela anda com Platão, acredita nele e redige com ideias platônicas e isso se deve as teorias de Kant, que fica disputando e competindo a dialética, sobrepondo o que é e o que deixou de ser.
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