sábado, 2 de junho de 2012

Sem sentido crio um


O que sente é abstração do que colocam em cimento e tijolo. As paredes se derrubaram, todas.
Criança curiosa que se equilibra entre os muros de um mundo sem visão. Equilibrista em ruas contorna os meios fios, balança de pesos e medidas. O que da vida faço eu, se não conhecer e descobrir? 

Desvalido o que na vida é sem sentido, tudo!

Ora, se tudo é sem sentido, encontrei-me uma maneira fazer-me com razão. 
Revelar.

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